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Você já ouviu a expressão “todo brasileiro é técnico de futebol”?

Pois é, Copa do Mundo chegando, lista da convocação divulgada, é normal que haja sonoras concordâncias e discordâncias das escolhas do técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti. Milhões de brasileiros têm algo a opinar sobre essa escalação, com vários fatores motivadores em cada escolha.

Só que, enquanto a gente discute convocação com vídeo de melhores momentos no celular, a Seleção Brasileira de 2026 foi montada com um nível de dados que faria muito CFO sorrir de orelha a orelha. Muito mais que opiniões, as escolhas para montar esse seleto grupo partem da premissa do desempenho de cada jogador, revelado pelos dados.

É aqui que a conversa começa a ficar boa para quem lida com atendimento, CX e operação.

Da resenha de bar à inteligência artificial: os dados entraram em campo de vez

A CBF fechou com o Google para usar o Gemini na análise de desempenho das seleções masculina, feminina e da base. A ideia é juntar informações dos jogos e dos atletas e dar suporte bem embasado para decidir quem entra em campo (O Dia).

A Seleção brasileira conta com a ajuda da inteligência artificial para análise de desempenho. Não é só “eu gosto desse jogador”. É GPS Catapult, termografia, sensor de fadiga, vídeo, relatório pré e pós-jogo, acompanhamento médico e psicológico, tudo conectado.

Além disso, a comissão passou a usar soluções oficiais da FIFA, como o Football AI Pro, que entrega análises em vídeo, texto e 3D para entender padrões táticos antes e depois das partidas (GE / Painel Tático).

A análise de dados e a inteligência artificial estão se tornando cada vez mais comuns em vários campos, incluindo o esporte de alto rendimento. A habilidade de processar e analisar grandes quantidades de dados para antecipar resultados é um fator competitivo vantajoso.

Se o futebol já entendeu que sem dados não tem decisão assertiva, por que sua operação de atendimento ainda decide coisa grande só no feeling?

O paralelo com a sua montanha de indicadores

Antes da convocação final, Ancelotti trabalhou com uma pré-lista de 55 nomes enviada à FIFA. Era obrigatório, só podia ir à Copa quem estivesse ali dentro (JC / Blog do Torcedor).

No dia a dia, essa lista era ainda maior: a CBF chegou a monitorar de 60 a 70 jogadores, espalhados do Brasil à Rússia e à Arábia Saudita, acompanhando minutagem, contexto de liga, intensidade de jogo e detalhes físicos antes de cortar para os 23 ou 26 escolhidos (ESPN e Folha de Pernambuco).

Repare na lógica:

  • primeiro, grupo amplo
  • depois, acompanhamento constante
  • por fim, corte com base em dados, não só em nome de camisa

Agora olha para a sua realidade. Empresas grandes auditam apenas 1% das interações e decidem roadmap, corte de custo e investimento em IA em cima de painel bonito e pesquisa de amostragem. É como montar uma Seleção para a Copa do Mundo se baseando nos melhores momentos da resenha esportiva.

O modelo de jogo de Ancelotti e o recado para CX

Análises táticas recentes mostram como o Brasil de Ancelotti repete muito do que ele fez no Real Madrid: um time que varia entre 4-4-2 e 4-2-4, dá liberdade para pontas como Vini Jr. e ajusta a postura conforme o adversário, para o bem e para o mal (GE / Painel Tático). Mas nada disso é improviso. O desenho tático nasce da leitura dos dados:

  • intensidade dos jogadores para aguentar a Copa inteira
  • combinação de características técnicas
  • equilíbrio entre liberdade criativa e recomposição defensiva

Em resumo, o sistema se adapta aos jogadores, e não o contrário.

Na operação de atendimento, muitas empresas fazem o inverso: desenham o “playbook perfeito” e forçam cliente, canal e equipe a caber ali dentro. O resultado é aquele script que irrita, bot perdido, fila gigantesca e gerente jurando que “no papel funcionava”.

Quando você começa a olhar de verdade para tudo o que o cliente fala, escreve e sente, o jogo vira:

  • dá para ver onde você está tomando gol de reclamação e processo
  • dá para ver em qual ponto da jornada o cliente desiste ou cancela
  • dá para testar ajustes táticos rápidos, medir impacto e defender budget com número na mesa

Onde a Blue6ix pode contribuir

A maioria das empresas até coleta dados. O problema está em duas coisas:

  1. quase ninguém enxerga 100% das interações
  2. quase ninguém traduz isso em decisão de negócio, com impacto claro em custo, receita e risco

É exatamente aqui que a Blue6ix vira “comissão técnica”.

A Blue6ix usa IA para analisar até 100% das interações de voz e texto, sem cair na fantasia da caixa-preta que ninguém entende. Junta o que o cliente fala com indicadores de TMA, recontato, churn, upsell, processo e órgão regulador e transforma esse processo em recomendações práticas: onde cortar custo sem matar experiência, onde proteger receita, onde reduzir dor de cabeça jurídica.

Estudos como o da McKinsey mostram que organizações orientadas por dados podem aumentar a aquisição de clientes em até 23% e a retenção em até 9%, além de serem significativamente mais lucrativas do que seus pares menos analíticos. Isso vale para banco, telecom, saúde, seguradora… e para a sua operação também. Entre em contato com a gente!

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